Há coisas que na vida me deixam absolutamente perplexa e acima detudo pensativa. Eu não sou nenhum modelo de virtudes, não sou dona
da verdade, não tenho nada que possa despertar inveja e, já cometi e
cometo erros que acabam sempre por me prejudicar.
Mas se algo tenho de bom e, também tenho, é o facto de não caluniar
ninguem.
Diz um ditado «que quem não se sente, não é filho de boa gente», estou
de acordo, mas quando determinadas acusações ultrapassam tudo que
eu jamais poderia imaginar, parto simplesmente para a ignorância.
Responder, seria entrar num jogo que há muito esperam que eu alimente e, dessa forma vitimizarem-se ainda mais.
Buscar responsabilidades, gerir seja aquilo que fôr, tomar decisões não
é fácil, mas quando alguma coisa corre menos bem, jogar as culpas para
cima dos outros é muito mais cómodo, porque se continue a ficar bem
na "fotografia". Já em tempos idos assisti a situações não muito diferentes em que o único objectivo era "abater" quem por uma razão ou
outra se tornava indesejável aos supostos "segredos" que afinal toda a
gente sabia. Era assim uma espécie de segredo de justiça dos nossos dias.
A única coisa a que se escusaram, foi de mencionar a campanha que por
portas e travessas faziam, convictas de que eu nada sabia.
Podem continuar a acusasões, as difamações, os segredos de Polichinelo
que eu permanecerei em silêncio.
Atrás de tempo, tempo vém e o tempo sempre foi meu aliado.
O que mais lamento é não terem parado um minuto sequer, apesar de
terem dado a entender que o fizeram e, mesmo assim sem qualquer pejo
e fraca memória dizerem com todas as letras que eu quis derrubar um
lugar, que em tempos de crise estive presente para o reerguer.
Deus abençõe a Todos.

No comments:
Post a Comment