Os Amigos
Há certos acontecimentos por os quais passamos na vida que nos ensinam grandes lições. Penso que não existe ninguém a quem
isso não tenha acontecido. A lição é que parece que nem todos
aprendemos, mas com o tempo chegamos lá.
Se começar a contar os amigos/as que tenho, uma mão chega e
sobra. Se contar as pessoas que me querem bem, mas não ao ponto
de as considerar amigas, passam de uma mão, se contar os que me
querem menos bem, faço por não contar.
Todos temos as nossas simpatias e empatias, embirrações, desilusões
mas o processo é assim. Para todos estes sentimentos procuramos
uma explicação e, até nos convecemos que a encontramos. Umas
vezes sim, outras não.
Dizem que cada pessoa com quem nos cruzamos tem uma função na
nossa vida. Umas por mais tempo, outras apenas cruzam um certo
tempo, outras ainda perdemos o rastro e mais tarde tornamos a
encontrar.
O certo é que todas elas nos deixam lembranças, umas melhores
outras piores, mas guardamo-las na memória e no coração.
Não pedi licença a um amigo para escrever aqui um poema dele,desde
já as minhas desculpas. Mas remexendo em coisas não muito distantes
e que me fazem bem. Aqui ficam as suas palavras.
CAFÉ
Para os dias que virão
Sem nos dar-mos conta
Como amanhã
Como ontem
Como à pouco
Uma chávena de café
E encher os olhos de coragem para enfrentar o Mundo
Uma chávena de café
Para mim pode ser um (café) curto por favor.
Haja Paz...
pode ser no mundo até do café
Obrigada por continuares a ser meu amigo, e aos amigos envio sempre
um abraço e digo sempre até breve.
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