Em Silêncio
Deixa que as minhas mãos
Pousem nas tuas e
Abraça-me...em silêncio.
Deixa reflectir a tua imagem
nos meus olhos...mas se a não vires
porque eles perderam brilho
Abraça-me... em silêncio.
Se os teus lábios roçarem os meus
Mas os beijos não forem correspondidos
não pares...
Abraça-me... em silêncio.
Quando ao entardecer,olhar-mos
o sol se deitar com o mar...
Abraça-me...em silêncio.
Mas quando as ondas baterem
nos rochedos e já quebradas
se envolverem na areia
Abraça-me...abraça-me...abraça-me
E entenderás o valor do silêncio!
Wednesday, November 29, 2006
Tuesday, November 28, 2006
Os Amigos
Há certos acontecimentos por os quais passamos na vida que nos ensinam grandes lições. Penso que não existe ninguém a quem
isso não tenha acontecido. A lição é que parece que nem todos
aprendemos, mas com o tempo chegamos lá.
Se começar a contar os amigos/as que tenho, uma mão chega e
sobra. Se contar as pessoas que me querem bem, mas não ao ponto
de as considerar amigas, passam de uma mão, se contar os que me
querem menos bem, faço por não contar.
Todos temos as nossas simpatias e empatias, embirrações, desilusões
mas o processo é assim. Para todos estes sentimentos procuramos
uma explicação e, até nos convecemos que a encontramos. Umas
vezes sim, outras não.
Dizem que cada pessoa com quem nos cruzamos tem uma função na
nossa vida. Umas por mais tempo, outras apenas cruzam um certo
tempo, outras ainda perdemos o rastro e mais tarde tornamos a
encontrar.
O certo é que todas elas nos deixam lembranças, umas melhores
outras piores, mas guardamo-las na memória e no coração.
Não pedi licença a um amigo para escrever aqui um poema dele,desde
já as minhas desculpas. Mas remexendo em coisas não muito distantes
e que me fazem bem. Aqui ficam as suas palavras.
CAFÉ
Para os dias que virão
Sem nos dar-mos conta
Como amanhã
Como ontem
Como à pouco
Uma chávena de café
E encher os olhos de coragem para enfrentar o Mundo
Uma chávena de café
Para mim pode ser um (café) curto por favor.
Haja Paz...
pode ser no mundo até do café
Obrigada por continuares a ser meu amigo, e aos amigos envio sempre
um abraço e digo sempre até breve.
Há certos acontecimentos por os quais passamos na vida que nos ensinam grandes lições. Penso que não existe ninguém a quem
isso não tenha acontecido. A lição é que parece que nem todos
aprendemos, mas com o tempo chegamos lá.
Se começar a contar os amigos/as que tenho, uma mão chega e
sobra. Se contar as pessoas que me querem bem, mas não ao ponto
de as considerar amigas, passam de uma mão, se contar os que me
querem menos bem, faço por não contar.
Todos temos as nossas simpatias e empatias, embirrações, desilusões
mas o processo é assim. Para todos estes sentimentos procuramos
uma explicação e, até nos convecemos que a encontramos. Umas
vezes sim, outras não.
Dizem que cada pessoa com quem nos cruzamos tem uma função na
nossa vida. Umas por mais tempo, outras apenas cruzam um certo
tempo, outras ainda perdemos o rastro e mais tarde tornamos a
encontrar.
O certo é que todas elas nos deixam lembranças, umas melhores
outras piores, mas guardamo-las na memória e no coração.
Não pedi licença a um amigo para escrever aqui um poema dele,desde
já as minhas desculpas. Mas remexendo em coisas não muito distantes
e que me fazem bem. Aqui ficam as suas palavras.
CAFÉ
Para os dias que virão
Sem nos dar-mos conta
Como amanhã
Como ontem
Como à pouco
Uma chávena de café
E encher os olhos de coragem para enfrentar o Mundo
Uma chávena de café
Para mim pode ser um (café) curto por favor.
Haja Paz...
pode ser no mundo até do café
Obrigada por continuares a ser meu amigo, e aos amigos envio sempre
um abraço e digo sempre até breve.
Tuesday, November 14, 2006
Sunday, November 12, 2006

A ilha do tempo fica situada no mar
da Consciência. Não se encontra em
nenhum mapa e as coordenadas só
cada um as pode encontrar para lá
chegar.
Não é necessária qualquer bagagem
e os telemóveis são proíbidos. Como
ilha, naturalmente é rodeada por
mar azul e profundo, pacífico e
calmo. De um lado montanhas e do
outro uma areia fina e branca.
Quando se encontra esta ilha, a primeira coisa é passar alguns minutos
a deliciar-se com a beleza e o calor, mas acima de tudo com a Paz deste
sítio magnífico. Depois, caminhe um pouco em direcção aonde deseja
ficar. Não precisa de tabletas, a sua intuição o levará exactamente ao
espaço que sempre idealizou. Pode ser uma cabana, uma vivenda, uma
barraca, em qualquer delas encontrará um espaço organizado onde a suabeleza e serenidade vão funcionar. Se não gostar da decoração não
fique constrangido...mude-a.
A única observação que vou deixar foi exactamente aquela que também
me fizeram quando lá estive pela primeira vez. Ao seu lado esquerdo
está a porta da frente que representa o futuro, do seu lado direito a porta da de trás que representa o passado. Mas a opção é sempre sua.
Procure esta ilha. Faça uma boa viagem e tenha uma bela estadia.
O seu coração e a sua mente vão-lhe agradecer.
Friday, November 03, 2006
O Meu Olhar
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...
ALBERTO CAEIRO
O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender...
O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...
ALBERTO CAEIRO
Uma Informação Importante
Todos os sábados tenho por hábito comprar o jornal Expresso. Na minha modesta
opinião considero-o uma magnífica fonte de informação e gosto da maioria dos
artigos ou crónicas que contêm. No dia 28/10/2006 ao ler na página 07 a crónica
do Dr. Miguel Sousa Tavares com o título Cybercobardia fiquei admirada.
Não porque o artigo não esteja bem escrito, nem pelo facto do Dr. afirmar que os
chats, blogues lhe pareça uma coisa do Demo e, lendo-o até ao fim entende-se as
suas razões. Mas...nem todas as pessoas que criam blogues, usam chats ou usam
a internet procuram parceiros amorosos, recrutam terroristas ou caluniam outros
como parece ter-lhe acontecido. E, falo assim porque ao criar este meu blogue não
foi , nem é minha intenção, utilizá-lo para denegrir seja quem fôr, aprender a
construir bombas ou arranjar parceiros, mas sim, escrever sobre coisas simples sem
qualquer pretensão de me tornar escritora, de colmatar qualquer solidão e muito
menos de chamar a atenção de qualquer senhor/a jornalista.
Mas foi muito importante o seu relato e uma grande chamada de atenção o alerta
que deixou. Que em caso de alguém anónimo resolver inventar ou acusar outrém
não haver uma forma de defesa ou de queixa.
Num país carregado de leis, (que em abono da verdade se diga) parecem ser só para
alguns cumprirem, espanta-me que não haja nenhuma para este tipo de situação e,
mais me espanta que pelos vistos certos jornalistas venham colher informações ao
calhas.
O conhecimento que tenho do Dr. Miguel Sousa Tavares é apenas da televisão, dos
seus livros, dos seus artigos. Equador, o seu primeiro romance é uma verdadeira
delícia, assim como o seu livro de viagens Sul.
Continue a contribuir para o enriquecimento da cultura portuguesa e oxalá que se
encontre uma maneira de identificar a curto prazo quem tão mau uso faz de um
espaço, que deve ser utilizado com consciência, civismo, liberdade de expressão mas
acima de tudo com respeito.
Todos os sábados tenho por hábito comprar o jornal Expresso. Na minha modesta
opinião considero-o uma magnífica fonte de informação e gosto da maioria dos
artigos ou crónicas que contêm. No dia 28/10/2006 ao ler na página 07 a crónica
do Dr. Miguel Sousa Tavares com o título Cybercobardia fiquei admirada.
Não porque o artigo não esteja bem escrito, nem pelo facto do Dr. afirmar que os
chats, blogues lhe pareça uma coisa do Demo e, lendo-o até ao fim entende-se as
suas razões. Mas...nem todas as pessoas que criam blogues, usam chats ou usam
a internet procuram parceiros amorosos, recrutam terroristas ou caluniam outros
como parece ter-lhe acontecido. E, falo assim porque ao criar este meu blogue não
foi , nem é minha intenção, utilizá-lo para denegrir seja quem fôr, aprender a
construir bombas ou arranjar parceiros, mas sim, escrever sobre coisas simples sem
qualquer pretensão de me tornar escritora, de colmatar qualquer solidão e muito
menos de chamar a atenção de qualquer senhor/a jornalista.
Mas foi muito importante o seu relato e uma grande chamada de atenção o alerta
que deixou. Que em caso de alguém anónimo resolver inventar ou acusar outrém
não haver uma forma de defesa ou de queixa.
Num país carregado de leis, (que em abono da verdade se diga) parecem ser só para
alguns cumprirem, espanta-me que não haja nenhuma para este tipo de situação e,
mais me espanta que pelos vistos certos jornalistas venham colher informações ao
calhas.
O conhecimento que tenho do Dr. Miguel Sousa Tavares é apenas da televisão, dos
seus livros, dos seus artigos. Equador, o seu primeiro romance é uma verdadeira
delícia, assim como o seu livro de viagens Sul.
Continue a contribuir para o enriquecimento da cultura portuguesa e oxalá que se
encontre uma maneira de identificar a curto prazo quem tão mau uso faz de um
espaço, que deve ser utilizado com consciência, civismo, liberdade de expressão mas
acima de tudo com respeito.
Subscribe to:
Comments (Atom)

